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Entre matacões de granito, no ponto mais alto do distrito de Sousas, na bacia hidrográfica do Cristalino Paulista, cultivamos vinhos finos de colheita de inverno — no primeiro polo vitivinícola de Campinas.
“Vinho? Em Campinas?” Durante anos, a pergunta veio acompanhada de um sorriso. A Fazenda Itapoã respondeu plantando — e hoje o sorriso virou vinhedo.
Conheça a históriaSafra inaugural avaliada com 89,3 pontos no capítulo brasileiro do concurso de Bruxelas. Produção limitada, distribuída por lista de alocação.
Descobrir o RupturaA família assume a Fazenda Itapoã: 314 hectares de colinas, lagos e matacões de granito entre Sousas e Joaquim Egídio, na Área de Proteção Ambiental de Campinas — sobre o embasamento do Cristalino Paulista, algumas das rochas mais antigas do continente.
Plantio de Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Syrah entre 820 e 900 metros de altitude — e a aposta na técnica da dupla poda: a colheita de inverno.
Os três primeiros atos da casa: Inaugural, um corte de Cabernet Franc e Cabernet Sauvignon limitado a 400 garrafas; Sombra, um varietal de Syrah; e o primeiro Ruptura, nosso vinho-corte referência — colhidos no julho seco e frio do Cristalino Paulista.
O Ruptura recebe 89,3 pontos no capítulo brasileiro do concurso de Bruxelas. A segunda colheita amadurece em barricas de carvalho francês.
Campinas inaugura oficialmente o seu Polo Vitivinícola — e o Altos de Sousas é o projeto âncora do movimento que coloca a região no mapa do vinho brasileiro.
Implantação dos vinhedos de uvas brancas — Sauvignon Blanc, Chenin Blanc e Sémillon.
Bodega assinada, clubhouse, hotelaria e experiências enoturísticas no coração do vinhedo — um destino onde vinho, natureza e hospitalidade se encontram.
O vinho que rompe a linha do tempo: à colheita de inverno soma-se a parcela que amadureceu treze meses em barricas de carvalho francês. A cada ano, um novo equilíbrio — sempre, a ruptura.
Cada vinho é um ato da mesma história, numerado na ordem em que entrou em cena. Varietais de colheita de inverno, com passagem em carvalho francês — elaborados exclusivamente com uvas cultivadas na propriedade.
Frutas vermelhas nítidas, notas florais e especiaria fina. A delicadeza da casa.
Cassis e amora, fundo de cedro e tabaco, taninos firmes. A estrutura da casa.
Amoras e ameixa com pimenta-preta. A casta símbolo do inverno paulista.
A 10 minutos de Campinas e uma hora e vinte minutos de São Paulo, abrimos as porteiras para quem quer conhecer o vinho de inverno onde ele nasce — com hora marcada.
Os vinhos da safra atual, guiados por quem os faz — com os matacões de testemunha.
Do pé de videira à taça: a dupla poda, o granito e a colheita de julho, explicados no campo.
Celebrações na paisagem dos matacões.
Em julho de 2026, o poder público inaugurou oficialmente o Polo Vitivinícola de Campinas: o reconhecimento de que o vinho de inverno paulista deixou de ser experimento para se tornar vocação de território. O Altos de Sousas nasceu junto com esse movimento — e o lidera.
Prefeitura, produtores e proprietários articulados em torno de uma ideia: transformar as colinas da APA de Campinas no primeiro polo do vinho de inverno. A região está na Zona do Cristalino Paulista — granitos, gnaisses e migmatitos do Escudo Cristalino Brasileiro, que conferem identidade singular ao terroir. Estradas cênicas, gastronomia consolidada e agora — vinhedos.
Pela dupla poda, a uva amadurece no inverno seco de julho: amplitude térmica alta, colheita sem chuva, maturação lenta. Uma categoria nova, validada pela ciência e premiada nos concursos.
O Altos de Sousas é o projeto âncora do polo — o primeiro estate do movimento, com vinhedo em produção, vinhos premiados e o compromisso de fazer da região um destino reconhecido internacionalmente.
“Vinho? Em Campinas?” — durante anos, a pergunta veio com um sorriso. Na inauguração do polo, com o prefeito, o Estado e a imprensa nacional presentes, a resposta se tornou oficial.
Safras pequenas, envio para todo o Brasil. O Ruptura é distribuído exclusivamente por alocação aos membros da Confraria.
O corte que rompe a linha do tempo, com passagem em carvalho francês.
Frutas vermelhas, notas florais, especiaria fina. A delicadeza da casa.
Cassis e amora, cedro e tabaco, taninos firmes. A estrutura da casa.
Amoras e ameixa, pimenta-preta. A casta símbolo do inverno paulista.
Visamos a qualidade máxima em tudo que fazemos, por consequência nossa produção é limitada e priorizada aos membros da Confraria, que têm prioridade sobre cada lançamento — além de acesso a experiências reservadas em Altos de Sousas Estate.